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Gari matou escrivã por medo de ser preso, diz delegado

Loane foi esfaqueada quando tomava o depoimento de Costa, suspeito de abusar das filhas

Cidades|Do R7

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A escrivã foi esfaqueada na garganta e no tórax
A escrivã foi esfaqueada na garganta e no tórax

O delegado de Caxias, Celso Rocha, que comanda o inquérito sobre o assassinato da escrivã Loane Maranhão da Silva Théo, afirmou que o gari fez o ataque por medo de ser preso. Rocha destacou, no entanto, que naquele momento, Francisco Alves Costa não poderia ser detido.

— Ele estava sendo ouvido depois de ser intimado. Somente depois de concluído o inquérito é que a prisão seria pedida.


Sobre o fato de Costa ter entrado na delegacia armado com uma faca, o delegado disse não ser comum suspeitos serem revistados. O gari vai permanecer preso em Caxias.

Loane, de 31 anos, foi assassinada a facadas nesta quinta-feira (15), no Maranhão, quando tomava o depoimento de Costa, suspeito de praticar abuso sexual contra as próprias filhas, de nove e dez anos. A investigadora Marilena Moraes tentou impedir a ação, e também foi ferida a facadas pelo suspeito, mas não corre risco de morte.


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A escrivã levou facadas na garganta e no tórax e não resistiu aos ferimentos. Marilena levou dois golpes no abdômen.

Logo após o crime, o gari conseguiu fugir, mas acabou sendo capturado próximo à rodoviária da cidade. Ele foi levado para a Delegacia Regional e autuado em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio com agravantes. A arma utilizada no crime foi apreendida.

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