Advogado diz que polícia pressiona para obter colaboração
Gazeta Digital|Do R7

O advogado Mateus Lima afirma que não há provas que liguem seu cliente, Mariano Oliveira, ao jogo do bicho e crítica a investigação. "Há informações de que estão assediando os investigados a colaborarem. Então, parece que eles não têm provas", pontua.
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Mariano é acusado de gerenciar os jogos da empresa Colibri, do bicheiro João Arcanjo Ribeiro em Sinop. Recai contra o suspeito a acusação de ameaça contra empresário na cidade. A defesa nega qualquer intimidação e afirma que ligação interceptada entre Mariano e membro da quadrilha de Arcanjo foi interpretada de forma equivocada.
Matheus Lima afirma que a movimentação na conta do cliente é totalmente lícita e justificada. "Ele tem papelaria e aluga máquinas pesadas. A movimentação na conta dele é dessa renda", afirma.
O advogado declara que está estudando o processo e irá pedir a revogação da prisão do acusado.
Operação Mantus
A Operação Mantus foi deflagrada no dia 29 de maio passado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Fazendária para investigar a prática de contravenção do jogo do bicho e lavagem de dinheiro.
As empresas Ello FMC e Colibri são apontadas como administradoras dos jogos de azar Estado e 32 pessoas foram presas na ação policial.















