Juiz nega pedido de Ledur e PJC segue em investigações
Gazeta Digital|Do R7

Tenente Izadora Ledur de Souza Dechamps participa nesta segunda-feira (16) da audiência de instrução, realizada na 11ª Vara Criminal Militar de Cuiabá, sobre a ação penal que responde pela morte do ex-aluno do Corpo de Bombeiros, Rodrigo Claro.
Uniformizada, ao ser iniciada a audiência pelo presidente, Marcos Faleiros, Ledur bateu continência aos juízes militares que compõe o conselho de sentença.
Defesa de Ledur pede para que o caso seja julgado na Justiça Militar e afirma dizendo que a Polícia Judiciária Civil (PJC) não tinha competência para apurar o caso, está pedindo para anular as provas produzidas.
Os juízes militares, por maioria de 4 votos, rejeitaram o pedido da defesa para a permanência das provas produzidas pela Polícia Civil durante a investigação da morte de Rodrigo Claro.
Caso
Rodrigo Claro morreu no dia 15 de novembro de 2016 após participar de treinamento e atividades aquáticas, pelo 16º Curso de Formação de Soldado Bombeiro do Estado de Mato Grosso. Segundo denúncia do Ministério Público, a vítima foi submetida a sessões de afogamento durante a travessia na lagoa, sob o comando da tenente Ledur, o que resultou na morte.
Ledur responde também processo criminal, por tortura com resultado morte, na Justiça Militar. Na próxima semana, por sinal, serão ouvidas as últimas testemunhas e está marcado também o depoimento da acusada. A tenente ficou mais de 700 dias de licença médica após a morte do aluno. Voltou recentemente para a corporação e tenta a promoção para capitã.















