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Justiça converte em preventiva prisão de suspeito de envolvimento na morte de Bruno e Dom

Homem chamado de ‘Colômbia’ foi preso com documentos falsos; PF investiga participação no crime e possível ordem para matar

Cidades|Alan Rios, do R7, em Brasília

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Cartaz exibido durante manifestação em que se pede justiça por Bruno Pereira e Dom Phillips
Cartaz exibido durante manifestação em que se pede justiça por Bruno Pereira e Dom Phillips

A Justiça do Amazonas converteu em preventiva a prisão de Rubens Villar Coelho, conhecido como "Colômbia", suspeito de envolvimento no assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. Apurações iniciais o apontam como possível mandante das mortes no Vale do Javari.

Rubens foi preso na última quinta-feira (7) por usar documentos falsos. A Polícia Federal investiga se ele teria participado nos crimes por ser comprador de pescados ilegais dentro da reserva indígena. Rubens nega envolvimento no caso.

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Ao menos nove pessoas são suspeitas de participação no crime. Com a prisão de "Colômbia", são quatro suspeitos detidos até agora: além dele, estão sob custódia os pescadores Amarildo da Costa Oliveira, que confessou ter matado Dom e Bruno e indicou o local onde os corpos foram enterrados; Oseney da Costa de Oliveira; e Jeferson da Silva Lima, que também confessou participação nos assassinatos, segundo a polícia.

Um quarto homem chegou a ser preso em São Paulo no mês passado, mas foi solto logo em seguida. Ele foi encaminhado à Polícia Civil do estado após abordar policiais militares na rua e dizer que participou dos assassinatos. No entanto, segundo aponta a investigação da Polícia Federal, os depoimentos dele não correspondem aos fatos ocorridos nos crimes.

A Polícia Federal chegou a declarar que não havia mandante nem organização criminosa por trás das mortes, mas outras cinco pessoas passaram a ser monitoradas pelos investigadores.

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