Mãe de jovem morta e jogada em pedreira diz que filha tentava terminar namoro
Empresário foi preso suspeito de mandar matar Tatylla após pagar R$ 18 mil
Cidades|Do R7, com Rede Record

A mãe de Tatylla Cristina Marçal da Silva, de 24 anos, encontrada morta em uma pedreira em Goiânia (GO), afirmou que a filha tentava romper o namoro com o empresário suspeito do crime. Fabiano Falqueto foi preso e teria oferecido R$ 18 mil para que criminosos assassinassem Tatylla. Segundo a mãe, Adenilda Trindade, a filha relatava que era pressionada a continuar na relação.
— Ela dizia que ele era estranho, psicopata e que ela nunca o entenderia. Ela descobriu uma traição, que ele dava dinheiro para as outras mulheres, mas ele não deixava a minha filha livre. Tudo o que ela mais queria era se livrar dele.
A vítima desapareceu no dia 13 de abril. No dia 18, o corpo foi encontrado em uma pedreira em Goiânia, mas somente na quinta-feira (8) a polícia conseguiu chegar até o suspeito em Jataí e esclarecer o caso.
Tatylla foi abordada quando saía de uma igreja. Imagens do circuito de segurança registraram a ação, o que levou a polícia a suspeitar de um latrocínio, roubo seguido de morte. Ela chegou a entrar em um hotel com os criminosos, onde foi mantida em cárcere privado até ser morta. Após investigações, a polícia concluiu que Falqueto ofereceu R$ 18 mil para que os suspeitos a matassem. A polícia procura os demais envolvidos no crime.
O suspeito chegou a dar entrevistas sobre o caso e afirmou que estava sofrendo muito. Ele é dono de uma rede de academias de ginástica e prestou depoimento à polícia, mas o conteúdo não foi divulgado. O corpo foi encontrado em avançado estágio de decomposição no dia 18 de abril. No dia 24, a polícia confirmou que pertencia à Tatylla foi enterrada. A família tinha esperança de que ela fosse encontrada ainda com vida.














