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Motorista que dirigia carro de Cristiano Araújo assume que estava em alta velocidade

Homem também afirmou que cantor havia pedido a troca das rodas presenteadas por um amigo

Cidades|Do R7, com Rede Record

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Cristiano Araújo e a namorada Allana Moraes morreram no acidente
Cristiano Araújo e a namorada Allana Moraes morreram no acidente

O motorista Ronaldo Ribeiro, que dirigia o carro em que viajava o cantor Cristiano Araújo, prestou depoimento neste domingo (28) em Joviânia (GO). O homem assumiu que estava em alta velocidade quando ocorreu o acidente que matou o artista e a namorada na última quarta-feira (24).

Segundo a polícia, o homem disse estar muito abalado com o que aconteceu e afirmou que estava acima da velocidade permitida na rodovia, que era de 110 km/h. Porém, ele não soube precisar em qual velocidade trafegava com o veículo.


O motorista ainda negou ter dormido ao volante. Os advogados do motorista também acompanharam o depoimento e afirmaram que ele tinha descansado no dia do acidente.

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Durante o depoimento ao delegado Fabiano Jacomélis, responsável pelas investigações, o motorista confirmou que Araújo e a namorada Allana Moraes não usavam cinto de segurança. Ele também afirmou ter ouvido o barulho do pneu furado e que o empresário Victor Leonardo, que estava no banco do carona, comentou ter ouvido a mesma coisa. Logo depois, ele perdeu o controle da direção e o carro saiu da pista.

Agora, a polícia quer saber até que ponto as rodas do veículo — um modelo Range Rover — não eram originais e se as soldas interferiram no acidente.


De acordo com o delegado, Ribeiro afirmou ter ganhado as rodas e que os reparos foram feitos quando elas ainda estavam com o amigo que o presenteou. Quando o cantor viu as rodas, ele teria gostado tanto que pediu que fizessem a troca imediatamente. O motorista não soube precisar, mas acredita que as peças estavam no veículo há menos de dois meses.

O veículo foi apreendido e continua no pátio do posto da Polícia Rodoviária Federal. Um técnico da montadora do veículo vai avaliar se alguma falha mecânica provocou o acidente. Por ser digital, o velocímetro do veículo apagou a velocidade com a batida. Para o delegado, descobrir a velocidade em que o carro viajava é determinante na investigação.


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Os depoimentos continuam nesta semana. Além do outro sobrevivente, o empresário Vitor Leonardo, também serão ouvidas as pessoas que vinham logo atrás do carro do cantor.

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