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PF: assassinato de delegado no Tocantins não está ligado à operação

Ação em 2010 resultou no afastamento dos desembargadores

Cidades|Do R7

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A Superintendência da Polícia Federal (PF) no Tocantins divulgou nota nesta quarta-feira (21) desvinculando o assassinato do delegado Edward Neves Duarte, da Operação Maet, deflagrada em dezembro de 2010.

A ação resultou no afastamento dos desembargadores Willamara Leila de Almeida, então presidente do TJ-TO (Tribunal de Justiça do Tocantins), José Liberato Póvoa, Carlos Souza e Amado Cilton e de servidores daquela corte, suspeitos de envolvimento na venda de sentenças e manipulação no pagamento de precatórios.


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De acordo com a nota, "as investigações apontam até o momento que o mesmo tratou-se de um latrocínio". A PF informa, ainda, que, na época da operação, o chefe do Núcleo de Inteligência da PF era o agente classe especial Farlei Meyer.


Duarte assumiu o departamento em agosto de 2011 e não teria participado diretamente da Operação Maet. De acordo com a nota, "qualquer vínculo do assassinado do delegado Duart com a mesma é mera especulação".

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