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PF desarticula esquema interestadual de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

O núcleo criminoso atuava na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e em Sergipe

Cidades|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Operação Midas da Polícia Federal desarticula esquema de tráfico e lavagem de dinheiro em seis estados.
  • Foram cumpridos 13 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão, com foco em Camacan, na Bahia.
  • Centros de produção de maconha geneticamente modificada foram localizados e cerca de 15 toneladas da droga foram incineradas.
  • Grupo utilizava uma rede complexa de contas bancárias para ocultar os lucros das atividades criminosas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Durante a operação foram incinerados milhares de pés de maconha Reprodução/ PF - 31.03.2026

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal cumpriu, na manhã desta terça-feira (31/03), 13 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão contra uma organização criminosa de tráfico de drogas.

A Operação Midas, como foi chamada, mira um esquema que vinha sendo monitorado há mais de dois anos pela corporação. As investigações tiveram início em Camacan, no sul da Bahia, porém o núcleo possuía ramificações em diversos municípios baianos e em outros cinco estados brasileiros. Além do tráfico, os criminosos realizavam comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de capitais.


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Um dos pontos centrais da operação foi o município de João Dourado (BA), onde a FICCO localizou três centros de produção agrícola ilícitos. No local, era cultivada uma variedade de maconha geneticamente modificada, com alto valor de mercado.

Durante a ofensiva, foram incineradas milhares de plantas, totalizando mais de 15 toneladas da droga. Além da destruição do cultivo, os agentes inutilizaram o maquinário agrícola e apreenderam veículos de transporte.


As equipes policiais atuaram simultaneamente na Bahia, em Salvador, Itabuna, Irecê e Luís Eduardo Magalhães; além de São Paulo, Rio de Janeiro; Minas Gerais; Pernambuco e Sergipe.

Lavagem de Dinheiro

As apurações revelaram uma logística complexa de intercâmbio ilícito. O grupo utilizava o Rio de Janeiro como principal fornecedor de armas e drogas para a Bahia. No fluxo reverso, a organização enviava grandes quantias de dinheiro e de maconha para o território fluminense.


Para ocultar o lucro proveniente das atividades criminosas, a organização utilizava uma rede de contas bancárias em nome de pessoas físicas e jurídicas. O objetivo era dissimular a origem dos recursos e dificultar o rastreamento por parte dos órgãos de controle financeiro.

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