PF faz operações de combate ao abuso sexual infantojuvenil em quatro estados
Agentes cumpriram mandados de busca e apreensão nos estados da Paraíba, Ceará, Maranhão e Minas Gerais
Cidades|Clarissa Lemgruber, do R7, em Brasília
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A Polícia Federal realiza nesta terça-feira (4) operações de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes em quatro estados. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na Paraíba, Ceará, Minas Gerais e Maranhão.
Em João Pessoa (PB), a operação batizada de “Discovery 32” teve como alvo um investigado que se mudou para Salete (SC) e é suspeito de armazenamento de material de abuso sexual infanto-juvenil.
No Ceará, a Operação “Inocência Protegida XIV” recebeu cooperação internacional — a partir de dados da polícia espanhola — para identificar brasileiro participante de grupo de aplicativo que compartilhava conteúdo ilícito envolvendo menores.
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Os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal em Marco (CE). A ação teve por objetivo identificar e interromper práticas ilícitas, bem como apreender dispositivos eletrônicos e mídias que possam subsidiar o aprofundamento das investigações.
Durante as buscas, foram apreendidos celular e HD, que serão submetidos à perícia técnico-científica. As investigações prosseguem com a análise do material apreendido.
No norte de Minas Gerais, a PF cumpriu dois mandados nas cidades de Lontra e Varzelândia e prendeu em flagrante dois homens que mantinham 956 mídias em nuvem com conteúdo de abuso sexual de crianças e adolescentes.
Celulares e outros dispositivos eletrônicos foram apreendidos e encaminhados para perícia.
Já no Maranhão, por meio da Operação “Conteúdo Proibido 17”, um indivíduo foi alvo na cidade de Timon por armazenar, disponibilizar e vender vídeos com cenas de violência sexual infanto-juvenil.
Se confirmada a hipótese criminal, o investigado poderá responder, dentre outros, pelos crimes de armazenar, disponibilizar e vender imagens e vídeos contendo cenas de violência sexual infantil.
A PF destaca que, apesar de a legislação ainda utilizar o termo “pornografia infantil”, a comunidade internacional recomenda referir-se aos crimes como “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, para dar à gravidade da violência a ênfase que merece.
A corporação também alerta a sociedade para que pais e responsáveis acompanhem o uso da internet por crianças e adolescentes, conversem abertamente sobre riscos, orientem sobre redes sociais, jogos e aplicativos e fiquem atentos a sinais como isolamento ou segredo em relação ao uso de celulares ou computadores.
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