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Polícia Federal faz operação contra esquema de fraudes no INSS

O prejuízo gerado pelo grupo criminosos ultrapassa R$ 4 milhões

Cidades|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal realizou a Operação Recidiva para desarticular um esquema de fraudes no INSS.
  • O grupo criminoso causou um prejuízo estimado em R$ 4,6 milhões ao sistema previdenciário.
  • O esquema envolvia a criação de vínculos empregatícios falsos para obter benefícios indevidos.
  • Foram cumpridos mandados de busca, apreensão e prisão em várias cidades do Maranhão e Piauí.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ao todo, a polícia cumpriu oito mandados de busca e apreensão e seis de prisão temporária

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8), a Operação Recidiva, focada em desarticular um esquema criminoso especializado em fraudes contra o sistema previdenciário. De acordo com a organização, o prejuízo gerado pelo núcleo criminoso é de cerca de R$ 4,6 milhões.

O esquema consistia na inserção de vínculos empregatícios inexistentes nos sistemas federais. Com esses dados falsos, o grupo conseguia a concessão de benefícios previdenciários de forma irregular.


Esta fase da operação foi focada em capturar os intermediários do grupo, responsáveis por cooptar “clientes” interessados na fraude, e os suspeitos que operavam o sistema para garantir a aprovação das vantagens.

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Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e seis de prisão temporária. As ordens judiciais, expedidas pela 2ª Vara Federal Criminal do Maranhão, foram executadas em São Luís (MA); Barreirinhas (MA); Tutóia (MA) e Parnaíba (PI).


A Justiça Federal também determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de todos os envolvidos e o bloqueio de valores em contas bancárias. Os investigados podem responder por uma série de crimes graves, incluindo estelionato majorado, associação criminosa, falsificação de documento público, inserção de dados falsos em sistema de informações e lavagem de capitais. Somadas, as penas podem ultrapassar décadas de reclusão.

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