Polícia realiza nova operação contra fraudes licitatórias em Belém (PA)
Iniciada em 2017, a investigação encontrou novos elementos por meio de um acordo de colaboração premiada, firmado em maio de 2018
Cidades|Ana Maria Guidi, do R7*

A Polícia Federal, o MPF (Ministério Público Federal), CGU (Controladoria Geral da União) e a Receita Federal, realizaram nesta sexta-feira (14) a segunda fase da Operação Forte do Castelo para combater grupos suspeito de desviar recursos públicos fraudando processos licitatórios.
De acordo com a Polícia Federal, foram identificadas irregularidades na contratação de empresas e enriquecimento ilícito de membros da organização. Os danos são de cerca de R$ 400 milhões aos cofres públicos.
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Iniciada em 2017, a investigação encontrou novos elementos por meio de um acordo de colaboração premiada firmado em maio de 2018 por pessoas ligadas a empresa responsável pelas obras do Portal da Amazônia, Macrodrenagem da Estrada Nova e BRT-Belém.
Estão sendo cumpridos 05 mandados de busca e apreensão, dois na cidade de Belém (PA) e três em Brasília (DF).

No acordo de colaboração premiada, investigados relataram e apresentaram documentação que envolvem novos personagens em um esquema vigente durante dois mandatos do ex-prefeito de Belém, Duciomar Costa, de 2005 a 2012.
Ex-secretários municipais, em especial, tiveram intensa participação nos atos de direcionamento de licitações e recebimento de valores indevidos, pagos pela construtora para as obras realizadas no município de Belém (Portal da Amazônia, Macrodrenagem da Estrada Nova e BRT-Belém).














