Professora arremessada de brinquedo em parque de diversões em Olinda tem evolução positiva
Dávine Leandro Muniz Cordeiro sofreu traumatismo craniano e múltiplas fraturas pelo corpo
Cidades|Do R7

A professora de inglês Dávine Leandro Muniz Cordeiro, que está internada em estado grave desde a última sexta-feira (22), após ter sido arremessada de um brinquedo no parque Mirabilândia, em Olinda (PE), começou a demonstrar uma evolução positiva no quadro de saúde.
A mulher, de 34 anos, está internada no Hospital da Restauração, no Recife. A expectativa é que ela deixe a UTI (unidade de terapia intensiva) até a sexta-feira (29) e seja transferida para uma unidade particular de saúde, segundo Ricardo Lima, primo da vítima.
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Com traumatismo craniano e múltiplas fraturas pelo corpo, Dávine passou por duas cirurgias. No sábado (23), ela foi operada para tratar de fraturas expostas nos braços e pernas e, no domingo (24), sofreu uma intervenção cirúrgica no cérebro.
Na terça-feira (26), a professora teve febre e foi diagnosticada com uma infecção, passando a ser medicada com antibióticos. Apesar da gravidade da situação, familiares têm demonstrado otimismo diante do cenário de melhora.
"A gente tem tido fé na melhora dela desde o começo. Sabemos da gravidade, mas ela está lutando muito pela vida e sabemos quanto ela é forte. Atualmente, ela está recebendo apenas 1% de noradrenalina. Antes, a dosagem era de 25%. Essa substância serve para aumentar os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo, e os médicos disseram que essa redução é sim um bom sinal", destacou Ricardo.
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Em função das lesões, a professora perdeu muito sangue, e, para apoiar o tratamento, a família lançou uma campanha de doação de sangue nas redes sociais.
As investigações sobre o caso continuam sendo coordenadas pela Polícia Civil de Pernambuco, por meio da Delegacia do Varadouro, localizada em Olinda, município vizinho ao Recife, onde o parque Mirabilândia está localizado.
Na terça-feira (26), durante seu depoimento, o engenheiro responsável pelo parque, Ely Gomes dos Santos, negou que houvesse desgaste nas quatro correntes que sustentavam o balanço e que se romperam no momento do acidente.
Ainda segundo o profissional, que há mais de dez anos presta serviços ao Mirabilândia, as correntes — que antes eram de aço ao carbono — foram trocadas por outras de aço inoxidável, em 2020.











