Sem laudo, polícia não consegue concluir investigações sobre suposto estupro em escola em Maceió
Zelador de colégio particular teria praticado o abuso em um banheiro do local
Cidades|Do R7

A Polícia Civil ainda aguarda um laudo para concluir as investigações sobre o suposto estupro praticado por um funcionário contra um garoto de sete anos em uma escola de Maceió, em Alagoas. O abuso teria ocorrido no dia 15 de abril, mas o laudo de conjunção carnal ainda não ficou pronto.
O IML (Instituto Médico Legal) informou que tem inúmeros casos para concluir, mas que deve agilizar o laudo sobre o garoto. O funcionário do colégio está em liberdade e a Polícia Civil disse que não há provas para pedir a prisão temporária até que o laudo fique pronto.
O garoto deixou de frequentar a escola que ia há cerca de um ano. A mãe notou ferimentos no braço da criança e nas partes íntimas durante o banho. Pressionado, o garoto acabou contando que o abuso teria ocorrido dentro do banheiro. O menino se referiu ao suspeito do crime como sendo um ‘tio’ que trabalha no local. O garoto relatou ainda que o homem o amarrou para cometer o abuso, por isso as marcas nos braços.
A dona da escola prestou depoimento e disse que o funcionário foi afastado para preservá-lo. A identidade dele não foi revelada. Ela afirmou que ele trabalha no colégio há dez anos e nunca apresentou nenhum comportamento suspeito. A diretora disse em depoimento que a criança estava normal na escola após o suposto abuso e nem mesmo o motorista do transporte escolar notou algum tipo de ferimento.













