Síndico que matou corretora havia respondido por outro crime antes
Cleber Rosa foi detido por adulteração de placa de carro em 2022, mas foi liberado após pagar fiança
Cidades|Do R7, em Brasília
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O síndico Cleber Rosa de Oliveira, investigado pela morte da corretora Daiane Alves Souza em Caldas Novas, no Goiás, foi preso anteriormente por adulteração de placa de carro em 2022. Na época, ele admitiu ter colado fita isolante nas placas do veículo para evitar multas, segundo informações do Tribunal de Justiça de Goiás.
Cleber, que foi liberado após pagamento de fiança no valor de R$ 1.212, teve o processo foi arquivado em maio de 2025.
Segundo o Código Penal, é proibido adulterar, remarcar ou suprimir número de chassi, monobloco, motor, placa de identificação, ou qualquer sinal identificador de veículo. A pena prevista para o crime são 4 a 8 anos de prisão e multa.
No último dia 28, Cleber Oliveira confessou ter matado Daiane, que estava desaparecida desde dezembro. Segundo ele, o crime ocorreu em um intervalo de oito minutos no subsolo do condomínio, onde ficava o padrão de energia elétrica.
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Além do síndico, a polícia prendeu o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, e o porteiro. Eles teriam atacado Daiane no subsolo do prédio e em seguida, a vítima foi colocada no carro do síndico e levada para outro local.
Entenda o caso
Daiane foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025, quando foi gravada por câmeras de segurança entrando no elevador do prédio, indo em direção ao subsolo para verificar um problema de energia em seu apartamento. Desde então, não havia informações sobre o paradeiro dela, nem foi possível localizá-la por meio das imagens capturadas.
Novas imagens mostraram um histórico de conflitos entre a corretora de imóveis desaparecida há quase um mês e a administração do condomínio onde ela morava, em Caldas Novas (GO).
Em um dos vídeos, Daiane aparece na recepção do condomínio discutindo com um homem, em mais um episódio de desentendimento envolvendo a administração do local. Os conflitos, segundo familiares, já haviam sido registrados em boletins de ocorrência. Em um deles, do ano passado, a corretora chegou a prestar depoimento na delegacia e fez acusações contra o síndico do prédio. “Ele me deu um soco, uma cotovelada no meu rosto”, contou durante o depoimento.
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