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'É uma conquista que precisa ser preservada', diz presidente da Fundação FHC sobre 30 anos do real

Em entrevista ao R7, Sergio Fausto comenta sobre as três décadas do real, que estabilizou a economia nacional após um longo período de hiperinflação

30 anos do Plano Real|Do R7

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Há 30 anos, o Brasil anunciava um novo projeto para estabilizar a economia nacional após um longo período que ficou marcado pela inflação elevada que corroía o poder de compra da sociedade e causava incerteza. O programa inicialmente foi visto com desconfiança devido ao fracasso de planos anteriores, que apostaram em medidas como o congelamento de preços e salários e o confisco de parte da poupança da população, mas no final só agravaram a recessão econômica do país. O real se tornou a moeda mais longeva do Brasil, e sua criação trouxe um ciclo de confiança e previsibilidade ao país, amenizando os efeitos da hiperinflação entre as décadas de 1980 e 1990. Se antes os brasileiros tinham dificuldade para planejar o futuro e manter o valor de salários e poupanças, com a nova moeda o país conseguiu estabilizar a política fiscal e facilitar a organização financeira das famílias. Ao R7, o presidente da Fundação FHC, Sergio Fausto, disse que a moeda "é uma conquista que precisa ser preservada". Veja a entrevista completa.

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