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Alimentos ideais para começar a dieta ficam mais baratos no começo do ano

Ovos e frutas registram queda de preços e incentivam hábitos mais saudáveis

Economia|Do R7

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Ovos tiveram queda de 6,13% em janeiro Reprodução/Freepik

Para quem começa o ano decidido a adotar uma alimentação mais saudável, janeiro trouxe uma boa notícia: alimentos recomendados por nutricionistas, como ovos e frutas, ficaram mais baratos, facilitando a inclusão desses itens na rotina.

O levantamento da Apas (Associação Paulista de Supermercados), em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), mostra que os ovos tiveram queda de 6,13% em janeiro, enquanto as frutas recuaram 1,19%.


As frutas recuaram 1,19% em janeiro Edu Garcia/Edu Garcia/R7 - 04.09.2023

No acumulado em 12 meses, o comportamento também indica acomodação, com retração de 2,41% nos preços dos ovos e de 1,94% nas frutas. Ambos tiveram papel relevante dentro da categoria de produtos in natura, que registra queda de 3,84% no período.

Esse cenário favorece o consumidor que busca equilibrar o orçamento sem renunciar a uma alimentação mais nutritiva, especialmente em itens presentes no dia a dia e frequentemente indicados em dietas. Também colabora para quem costuma fazer jejum de carne durante a Quaresma e busca substituí-la por outras fontes proteicas, como os ovos.


“Fatores como sazonalidade, clima e dinâmica de produção seguem como determinantes para a evolução desses preços ao longo dos próximos meses”, afirma Felipe Queiroz, economista-chefe da Apas.

Motivos para a redução

No caso específico dos ovos, 2026 tende a ser diferente. “Houve uma forte alta em 2025 por conta de dois fatores. O primeiro foi a quebra da produção de ovos nos EUA, o que afetou o volume de exportações e a oferta no mercado doméstico e preço ao consumidor final. O segundo fator foram ondas de calor muito grandes no Brasil, o que também afetou a produção de ovos”, explicou Felipe Queiroz.


O economista destacou ainda que, neste início de 2026, o país tems registrado um calor mais moderado, sem fortes ondas, o que contribui para a produção.

“Ficamos atentos à possibilidade de ocorrência de eventos climáticos extremos, que podem provocar alterações nos preços”, concluiu.

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