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Bancos vão antecipar R$ 32,5 bi em repasses ao FGC este mês para recompor caixa

Antecipações serão feitas após a drenagem de recursos provocada pela liquidação do Banco Master

Economia|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Bancos vão antecipar R$ 32,5 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até 25 de março.
  • Medida visa recompor caixa após liquidação do Banco Master, que drenou recursos do fundo.
  • FGC já pagou R$ 38,4 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master e prevê R$ 6,3 bilhões para o Will Bank.
  • Banco Central autorizou instituições a deduzirem valores antecipados de seus recolhimentos compulsórios.

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FGC atua para proteger investidores em casos de intervenção ou liquidação de instituições financeiras
FGC atua para proteger investidores em casos de intervenção ou liquidação de instituições financeiras Rodolfo Buhrer/Estadão Conteúdo - 19.01.2026

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) informou nesta quinta-feira (5) que os bancos terão que pagar no dia 25 de março antecipações obrigatórias de suas contribuições no valor de R$ 32,5 bilhões para recompor o caixa da instituição após a drenagem de recursos provocada pela liquidação do Banco Master.

O valor corresponde ao pagamento antecipado de 60 contribuições ordinárias dos bancos ao Fundo, conforme aprovado pelo FGC em fevereiro. Serão 84 meses de antecipação até 2028.


“A medida tem por finalidade assegurar a solidez patrimonial do FGC e garantir a plena capacidade de cumprimento de suas obrigações, em estrita observância à legislação vigente e às disposições estatutárias”, disse o FGC em nota.

Em janeiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças no estatuto do FGC, concedendo poder para ajustar as alíquotas de contribuição e determinar adiantamentos.


De acordo com a instituição, já foram pagos R$ 38,4 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master. Em relação ao Will Bank, também liquidado, o FGC estima que serão pagos R$ 6,3 bilhões em garantias.

O FGC é uma entidade privada que atua para proteger depositantes e investidores por meio do pagamento de garantias em casos de intervenção ou liquidação de instituições financeiras.


Esta semana, o Banco Central autorizou as instituições financeiras a deduzirem dos seus recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista e a prazo o valor a ser antecipado obrigatoriamente ao FGC.

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