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Carne vermelha eleva custo da cesta básica e preço não deve baixar tão cedo; entenda

Além da proteína, batata também pressionou o aumento de 0,56% registrado em dezembro

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A cesta básica aumentou 0,56% em dezembro de 2025, com custo médio de R$ 845,00 em São Paulo.
  • Os principais responsáveis pela alta são a carne bovina de primeira e a batata.
  • Maceió teve o maior aumento, com a cesta 3,19% mais cara no período.
  • O economista Ricardo Buso aponta que a carne vermelha não deve ter redução de preço devido à alta demanda e oferta restrita.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A cesta básica aumentou em 17 capitais brasileiras em dezembro de 2025. Os dados divulgados pelo levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostram que o custo médio, no último mês, chegou a cerca de R$ 845,00 em São Paulo, uma alta de 0,56% em relação a novembro. Os principais responsáveis pelo crescimento foram a carne bovina de primeira e a batata.

Dentre as cidades que registraram os maiores aumentos, Maceió lidera a lista, com o custo médio da cesta 3,19% mais caro no período. Ainda de acordo com a pesquisa, a alta demanda, no Brasil e no exterior, e a oferta mais restrita explicam esse crescimento.


Economista pontua que festas de final de ano, sazonalidades e consumidores com mais dinheiro fazem preços subirem Reprodução/Record News

Apesar do aumento, a variação nos valores se mostra normal no período estudado pelo levantamento, assim explica o economista Ricardo Buso. Por conta das pressões das festas de final de ano, sazonalidades e consumidores com mais dinheiro por conta do 13º, ele pontua que eventuais aumentos já eram esperados.

No entanto, apesar do previsto recuo no preço de alguns dos alimentos da lista, Buso indica que a carne vermelha não deve seguir essa tendência, uma vez que, além da alta demanda, o ciclo da carne e o descarte de fêmeas devem fazer com que os preços continuem pressionados.


“Isso vai levar um tempo ainda, a carne ainda pode ser problemática. Nós temos cesta básica que é composta basicamente por alimentos, principalmente por alimentos, num período em que alimentos e bebidas é a parte mais tranquila da inflação. Então quer dizer, pode ter outros riscos ainda”, comenta em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (9).

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