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Carnês de parcelamento voltam a crescer entre famílias brasileiras; saiba quais cuidados tomar

Levantamento mostra que mais de 16% das dívidas da população são por essa modalidade de crédito

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mais de 16% das dívidas dos brasileiros são relacionadas a carnês de parcelamento, especialmente entre famílias de renda maior.
  • Economistas alertam sobre a necessidade de atenção às taxas de juros ao parcelar compras.
  • Parcelamentos são comuns na economia brasileira, sendo utilizados para itens do cotidiano, não para bens de maior valor.
  • É importante controlar novas dívidas para evitar o acúmulo e garantir uma gestão financeira saudável.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Grandes lojas de varejo viram os famosos carnês de parcelamento voltarem a fazer parte da vida das famílias brasileiras, principalmente por fatores de necessidade financeira. Desde o fim de 2025, mais de 16% das dívidas dos brasileiros são por essa modalidade de crédito, principalmente entre as famílias com renda maior, sendo o segundo método de pagamento mais usado pelos consumidores.

Para Denis Medina, economista e professor da Faculdade do Comércio de São Paulo, diferentes métodos de parcelamento são característicos da economia brasileira e demonstram o nível de endividamento da população. Ele explica que o que mais separa os brasileiros de outros países é a utilização do recurso na compra de itens do cotidiano e não em bens de maiores valores, como veículos e casas.


Economista destaca que método para compra de bens cotidianos é característico do brasileiro Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (8), Medina alerta que, mesmo com o benefício do parcelamento, é necessário analisar as taxas de juros para não se pagar mais caro que o valor inicial. Ele também recomenda que os consumidores tenham um controle em novas dívidas para evitar o acúmulo, formando um valor total difícil de pagar mensalmente.

“Por conta do parcelamento, óbvio, tem custo financeiro, a gente acabou de falar aqui também que a taxa de juros do Brasil está nos níveis mais elevados da história, então isso tudo acaba prejudicando que as famílias gastam, está gerando despesas financeiras com juros e não com consumo efetivo”, finaliza.

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