Logo R7.com
RecordPlus

Caso Master não manchou credibilidade do Banco Central, afirma economista

Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira (14) mais uma fase da operação que investiga suposto esquema de fraudes financeiras

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal iniciou uma nova fase da operação que investiga fraudes financeiras no Banco Master.
  • O economista Miguel Daoud defende a credibilidade dos bancos brasileiros, afirmando que não há mancha na confiança do sistema financeiro.
  • Daoud destaca que o Banco Central foi alertado sobre os riscos, mas não tomou as providências necessárias a tempo.
  • Ele elogia a rigorosa fiscalização atual do fluxo de recursos, reduzindo fraudes no sistema bancário.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Polícia Federal deflagrou mais uma fase da operação que investiga suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master, nesta quarta-feira (14). Em entrevista ao Conexão Record News, o economista Miguel Daoud afirma que, até então, os bancos brasileiros não têm nenhuma mancha na credibilidade, apesar do caso.

“Se tentou manchar a credibilidade do Banco Central, que fez essa intervenção, e o TCU (Tribunal de Contas da União) tentou reverter este caso quando a situação era impossível de ser revertida. O banco que está mais envolvido com o Banco Master, que é o Banco de Brasília, o BRB, está seguro, não tem nenhum problema de qualquer risco. Dessa forma, o sistema financeiro brasileiro fica seguro”, diz.


Economista diz que caso do Banco Master ainda pode avançar conforme investigação mais detalhada da PF Reprodução/Record News

Segundo o economista, o caso ainda pode avançar conforme a investigação mais detalhada da PF. “O Banco Central, ele alertou por 38 vezes essa possibilidade do que ocorreu, ocorrer. E foi alertado, mas, infelizmente, providências não foram tomadas. E o entendimento do mercado é que o Daniel Vorcaro é uma pessoa que tem bons relacionamentos, influente junto ao Judiciário, junto ao Congresso Nacional, ao Legislativo e ao próprio Executivo. Então, esse poder de conhecimento dele enraizou, de uma certa forma, canais de segurança”, explica.

Daoud pontua ainda que o Brasil atingiu um estágio de fiscalização do fluxo de recursos muito alto. “Então, antigamente você tinha recursos de fraude, de tráfico, de coisas irregulares que circulavam no sistema bancário. Hoje não circula mais, porque o sistema de fiscalização, nesse sentido, é muito rígido”, completa.

Search Box

O PlayPlus agora é RecordPlus: mais conteúdo da RECORD NEWS para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.