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CNI vê encontro entre Lula e Trump como avanço concreto para reverter tarifaço

Início das negociações bilaterais é passo importante para equilibrar comércio entre os dois países, diz CNI

Economia|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CNI considera o encontro entre Lula e Trump um "avanço concreto" para as negociações comerciais.
  • Diálogo entre os líderes é visto como um marco nas tratativas bilaterais em relação à tarifação.
  • O início das negociações visa devolver previsibilidade e competitividade às exportações brasileiras.
  • Setor industrial se coloca à disposição para contribuir na retomada das relações comerciais entre Brasil e EUA.

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Ricardo Alban definiu o encontro em Lula e Trump como 'passo relevante' Iano Andrade/CNI - 30.09.2025

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) classificou como “avanço concreto” o encontro realizado neste domingo (26), na Malásia, entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.

Em nota, a entidade afirmou que o diálogo entre os dois líderes representa um marco nas tratativas bilaterais e reforça o compromisso dos governos em buscar soluções equilibradas para o comércio entre os dois países.


“O anúncio do início das negociações sobre o tarifaço, com disposição real das duas partes para alcançar um acordo, é um passo relevante. Acreditamos que teremos uma solução que vai devolver previsibilidade e competitividade às exportações brasileiras, fortalecendo a indústria e o emprego no país”, declarou o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Segundo ele, o setor industrial permanecerá à disposição para contribuir tecnicamente no processo de retomada das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos.


“É natural que os Estados Unidos busquem proteger suas cadeias produtivas. O que defendemos é um processo racional, transparente e baseado em dados, que permita avançar de forma construtiva”, acrescentou Alban.

Missão em Washington

Em setembro, durante missão empresarial em Washington liderada pela CNI, foram abertas frentes de diálogo e cooperação em setores estratégicos, como data centers, combustível sustentável de aviação (SAF) e minerais críticos — temas que continuam no centro da agenda bilateral.


Na ocasião, representantes da indústria brasileira se reuniram com autoridades e empresários norte-americanos para discutir os impactos das tarifas sobre as exportações e buscar alternativas para novas negociações.

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