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Decisão de novos valores do Minha Casa, Minha Vida é acertada, analisa economista

Nova decisão reajusta valor de financiamento para famílias com renda mensal de até R$ 4.700 e ajusta preço de imóveis inclusos

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Aprovação do aumento do valor de imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida pelo CCFGTS.
  • Novos tetos do programa beneficiam famílias com renda mensal de até R$ 4.700, elevando o limite de R$ 264 mil para R$ 275 mil.
  • Decisão ainda depende da formalização das regras e publicação pelo FGTS.
  • Economista Rodrigo Simões elogia a medida, afirmando que facilita a aquisição de imóveis adequados às realidades das famílias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O CCFGTS (Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) aprovou, nesta terça-feira (11), o aumento do valor de imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida. O novo parâmetro beneficia as famílias das faixas 1 e 2 do programa, que possuem renda mensal de até R$ 4.700, além de elevar o teto dos imóveis de R$ 264 mil para R$ 275 mil.

Apesar da decisão, o novo limite ainda depende da formalização das regras e da publicação dos parâmetros pelo FGTS para começar a valer. Ainda na decisão, o Conselho também aprovou orçamento de R$ 160 bilhões para 2026, reservando R$ 125 bilhões diretamente a empreendimentos de moradia popular.


Novos tetos de financiamentos do programa permitem que famílias comprem imóveis adequados para suas necessidades Reprodução/ Record News

Para Rodrigo Simões, economista e professor da Faculdade do Comércio, a decisão do Conselho foi acertada, uma vez que os valores estabelecidos pelos limites atuais não acompanhavam o aumento dos custos de moradia, que sofreram pelo reajuste nos valores de produtos, serviços, materiais de construção e mão de obra.

Com os novos tetos estabelecidos, o professor pontua que é uma oportunidade das famílias adquirirem imóveis condizentes às suas realidades, visto que, para adequar os imóveis às faixas atuais de financiamento do programa, diversas construtoras produziam imóveis mais baratos e com menores metragens do que o necessário pelos compradores — o que não respeitava diretrizes estabelecidas pelo governo.


“Vai ser bom para a construtora, vai ser bom para o governo, que faz essa ponte com o seu eleitor [...], e também para a população que busca o sonho da casa própria, que não é fácil, mas com esse valor de financiamento vai estar mais acessível para todos os consumidores”, comenta Simões em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (12).

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