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Dólar começa o dia com alta de 0,66%

Taxas futuras de juros também sobem com ação do BC da Turquia

Economia|Do R7

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Ação do Banco Central da Turquia de elevar os juros no país também ajuda a sustentar o movimento
Ação do Banco Central da Turquia de elevar os juros no país também ajuda a sustentar o movimento

Os juros futuros abriram em forte alta na manhã desta quarta-feira (29), em linha com a valorização do dólar no mercado futuro e sob a expectativa pela decisão do banco central norte-americano. A ação do Banco Central da Turquia de elevar os juros no país também ajuda a sustentar o movimento. As moedas também reagem à instabilidade dos países em desenvolvimento. No mercado de balcão local, o dólar à vista avançava 0,66% em relação ao real, a R$ 2,4430 por volta das 9h40, com alta também no futuro (0,89%).

O BC turco mudou a taxa de referência. Anteriormente usava o overnight, que passou de 7,75% para 12%. A partir de agora a referência será a taxa de uma semana, que saiu de 4,5% para 10%. A Índia já tinha elevado os juros e novos países podem seguir esse caminho hoje, como África do Sul e Nova Zelândia. A Malásia manteve o juro inalterado em decisão tomada agora há pouco.


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A pressão agora recai sobre as demais economias, como o Brasil. As taxas domésticas dispararam nos primeiros negócios registrados na BM&FBovespa. Por volta das 9h40, o contrato de DI para janeiro de 2015 subia para 11,33%, de 11,24% ontem. Para janeiro de 2017, a taxa estava em 12,91%, de 12,82% na véspera.


As moedas também reagem à instabilidade dos países em desenvolvimento. No mercado de balcão local, o dólar à vista avançava 0,66% em relação ao real, a R$ 2,4430 por volta das 9h40, com alta também no futuro (0,89%).

Por traz da volatilidade está a decisão de hoje do banco central norte-americano. O mercado espera que o banco central dos Estados Unidos volte a reduzir a compra de ativos em mais R$ 24,3 bilhões (US$ 10 bilhões), para US$ 65 bilhões por mês.


Por aqui, pesa ainda a questão fiscal. Ontem, a presidente Dilma Rousseff disse de forma bastante enfática que não há decisão sobre o contingenciamento para as contas públicas. Essas incertezas adicionam ainda mais pressão sobre os ativos domésticos.

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