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Dólar em baixa e tensão no Irã: entenda o que tornou a Petrobras a 1ª na América Latina

Empresa brasileira alcançou posição no ranking após adição de US$ 26,3 bilhões desde o fim de 2025

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Petrobras se tornou a empresa mais valorizada da América Latina, com avaliação acima de US$ 100 bilhões.
  • A valorização inclui um aumento de US$ 26,3 bilhões desde o fim de 2025.
  • A queda do dólar no Brasil e tensões entre Estados Unidos e Irã impactaram positivamente a empresa.
  • O preço do barril de petróleo subiu de US$ 60 para US$ 70, beneficiando a Petrobras em curto espaço de tempo.

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A Petrobras assumiu a liderança do ranking das empresas mais valorizadas da América Latina, com avaliação de mais de US$ 100 bilhões (R$ 512 bilhões em conversão direta). O primeiro lugar foi alcançado após a adição de US$ 26,3 bilhões (cerca de R$ 135 bilhões) desde o fim de 2025.

“É muito importante, mostra nossa capacidade, mostra como podemos atrair investimentos, diversificar a economia e ter robustez. Mas vale reparar que US$ 26 bilhões adicionados desde o final de 2025, não tem o que, 50 dias, nem 60 dias tem essa valorização. Isso é muito significativo, muito forte”, avalia o economista Ricardo Buso em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (25).


Fachada de um prédio moderno com grandes painéis metálicos na parte superior e amplas janelas de vidro. Na área central da fachada há um letreiro com o nome e o logotipo da Petrobras. Em frente ao prédio há uma calçada larga com padrão geométrico em preto e branco, além de árvores e áreas de jardinagem ao longo da rua.
Estatal brasileira alcançou a marca de avaliação de mais de US$ 100 bilhões Reprodução/Record News

Buso explica os motivos por trás dessa valorização, como a queda do dólar mais acentuada no Brasil, além do aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã. Pelo principal canal de escoamento do combustível ficar na região do país persa, o risco de um conflito pressiona o preço do barril no cenário global, esbarrando também na Petrobras.

“Do fim do ano para cá, nesse mesmo espaço de tempo, o barril de petróleo já saltou de US$ 60 para US$ 70 (cerca de R$ 307 e R$ 359, respectivamente). Então, aí você pega uma gigante, que é a Petrobras, favorecida na valorização pelo dólar e ainda produzindo um ativo que saltou US$ 10 (R$ 51,30 atualmente) o barril, num espaço de tempo tão curto assim”, conclui Buso.

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