Economista elogia aumento do salário mínimo, mas cita efeito colateral; entenda
Roberto Troster diz que medida é para ser comemorada, mas a conta pode ficar para as gerações futuras
Economia|Do R7
Foi oficializado nesta quarta (24) o decreto sobre o reajuste do salário mínimo para 2026, que irá aumentá-lo de R$ 1.518 para R$ 1.621, um acréscimo de 6,79%. A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no D.O.U (Diário Oficial da União).
O economista Roberto Troster elogiou a decisão, mas alerta que é necessário ficar de olho no aumento da dívida pública. “Hoje, o governo não consegue pagar as contas do dia a dia sem se endividar cada vez mais. Então, você está aumentando por um lado e, por outro lado, está passando parte da conta desse aumento para as gerações futuras”, argumenta.
Ele pontua ainda que se trata de um aumento real de mais de 2%, tendo em vista o último IPCA-15. “A inflação está em 4,41%, abaixo do teto da banda, e o aumento do salário mínimo 6,79%. Arredondando os números, você tem um aumento real de 2,4%”, explicou em entrevista ao Conexão Record News desta quarta (24).
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