Entenda a alta no preço dos imóveis no ano passado e veja o que esperar de 2026
Comprar um imóvel residencial ficou, em média, 6,5% mais caro em 2025; foi a segunda maior alta em 11 anos
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Segundo os dados do índice Fipezap, divulgados nesta terça-feira (6), para se comprar um imóvel em 2025, os valores ficaram em média 6,5% mais caros em relação ao ano anterior.
O aumento superou a inflação aos consumidores no mesmo ano, estimada em pouco mais de 4%, representando a segunda maior alta anual em 11 anos.
Em entrevista ao News 19 horas, a economista do grupo OLX Paula Reis explicou que apesar de a Selic — taxa básica de juros da economia — estar alta, a renda do brasileiro aumentou e houve um amadurecimento no mercado imobiliário nos últimos cinco anos, gerando um ambiente institucional mais seguro e ofertas de créditos maiores.
Ela também explica por que alguns apartamentos de um dormitório ou no modelo studio são mais caros do que unidades com metragem maior.
“O que é mais caro, na verdade, é o preço do metro quadrado. E os apartamentos menores, mais compactos, que vão aí ou ser um estúdio ou vão ter um dormitório, eles geralmente estão localizados em áreas super bem valorizadas, áreas mais densas, que geralmente tem uma alta demanda por moradia”, argumenta a especialista.
Paula Reis ainda enfatiza que para 2026 o mercado imobiliário tende a ter um aumento lento no primeiro semestre, mas a partir do segundo o processo se tornará mais veloz com uma expectativa de queda nos juros de financiamento.
“A gente vai observar ainda uma alta nos preços de venda. No primeiro semestre essa alta pode ficar um pouco mais moderada, mas a partir do segundo semestre de 2026 ela pode ficar um pouco mais rápida, porque a gente espera que no segundo semestre os juros de financiamento caiam um pouco com a redução da Selic e a gente também vai ter uma ideia mais clara da oferta de recursos que o mercado imobiliário vai ter, que o crédito imobiliário vai ter com o teste do novo modelo de creche do Banco Central”, conclui.
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