Entenda as principais mudanças nas regras da aposentadoria para 2026
Reforma da Previdência estabeleceu novas diretrizes automáticas que afetam os beneficiários
Economia|Do R7
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A partir de janeiro de 2026, mudanças nas regras para aposentadoria entram em vigor no Brasil. A reforma da Previdência estabeleceu novas diretrizes automáticas que afetam a maneira como os benefícios serão concedidos nos próximos anos. As alterações impactam principalmente quem está perto de se aposentar por tempo de contribuição e idade.
Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (2), o especialista em direito previdenciário Washington Barbosa destaca modificações importantes na regra dos pontos (soma entre idade mais tempo trabalhado), que agora exige 93 para mulheres e 103 para homens, considerando as respectivas contribuições mínimas.

“Existem as chamadas regras permanentes para aquelas pessoas que entraram no sistema, que começaram a trabalhar, que começaram a contribuir a partir de 13 de novembro de 2019. Para essas pessoas, essa regra é obrigatória”, explica.
Entre as novas regras, Barbosa destaca a mudança de idade dos aposentados: “Agora, a partir de 1º de janeiro de 2026, esse número aumenta, cresce mais meio ano, mais 6 meses, passando para 59 anos e meio. Os homens, 64 anos e meio e 6 meses, com 35 anos de contribuição.”
O especialista orienta que o beneficiário consulte o aplicativo “Meu INSS”, plataforma digital onde cidadãos podem simular diferentes cenários da aposentadoria. “É muito importante que as suas informações no sistema do INSS estejam corretas. E para isso é muito importante que você pegue e procure o auxílio de um advogado, da previdência trabalhista, para te dar orientação, para atualizar tudo isso direitinho, para que seja tudo a melhor opção para você”, acrescenta.
Barbosa pontua, ainda, que contribuidores que sejam MEIs (microempreendedores individuais) devem estar atentos às opções disponíveis quando desejarem aumentar o valor final recebido mensalmente após deixarem o mercado trabalho.
“A primeira das opções é você deixar de contribuir como MEI e contribuir pelo que a gente chama de contribuinte individual. A tua contribuição vai subir de 5% para 11%. Mas ela pode ser do salário mínimo, e pode ser do teto da Previdência Social, quanto você quiser”, completa.
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