Entenda como nova regulação de criptoativos fecha o cerco contra crimes
Medida do CMN passa a englobar intermediadoras de ativos nas mesmas regras de bancos
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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O CMN (Conselho Monetário Nacional) aprovou, nesta quinta-feira (26), mudanças para que as intermediadoras de transações com criptoativos sejam obrigadas a manter o sigilo dos usuários.
A determinação, que enquadra o setor às mesmas regras das instituições financeiras, começa a valer a partir de 1º de março e visa ampliar a capacidade de prevenção, detecção e combate a práticas ilícitas, segundo o Banco Central.

Para Denis Medina, economista e professor da Faculdade do Comércio, a decisão traz mais segurança para todo o setor financeiro, uma vez que, quando equiparados às instituições financeiras, os intermediadores passam a seguir a mesma regulação dos bancos e regras mais rígidas.
“Então, não só para investidores, onde ele vai ter mais segurança de que a instituição está sendo bem gerida, mas também para o sistema como um todo, prevenindo vários crimes financeiros, como, por exemplo, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, que era uma coisa muito possível através dos criptoativos”, pontua Medina em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (27).
Ele ainda explica que a medida evita a evasão de ativos para outros países sem controle, o que acaba inibindo as ações de alguns criminosos, que poderiam retirar os valores sem prestar contas. Com um maior controle, os valores passam a ter uma rastreabilidade maior e menor chance de utilização em atividades ilícitas, como financiamento de tráfico de drogas e terrorismo.
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