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Entenda o que é real e o que é falso sobre aposentadoria e nova identidade

Notícias falsas circulam nas redes sociais dizendo que o INSS deixará de pagar benefício para quem não tem a Carteira de Identidade Nacional

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Notícias falsas afirmam que o INSS cortará aposentadorias para quem não tem a Carteira de Identidade Nacional.
  • A presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB-SP esclarece que nada muda para quem já recebe o benefício.
  • A exigência da CIN e biometria vale apenas para novos pedidos a partir de novembro de 2025.
  • É recomendado verificar informações com órgãos oficiais antes de agir, evitando confiar em mensagens não verificadas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

As redes sociais foram tomadas de notícias falsas dizendo que o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deixará de pagar a aposentadoria para quem não tem a CIN (Carteira de Identidade Nacional). Mas, na verdade, nada muda para quem já recebe o benefício.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (28), Josiane Zanardi Parodi, presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil - Seção São Paulo), explica que, a partir de novembro de 2025, o INSS está exigindo a biometria ou a identificação feita no Tribunal Eleitoral para solicitações novas de benefícios. “Apenas para benefícios novos, com pedidos a partir de novembro”, reforça.


“Mas aquele cidadão, aquele segurado que já recebe seu benefício, ele não vai ter o seu benefício suspenso e nem cortado, eventualmente, se ele não pegar a carteira nova de identidade. Essa notícia é mentirosa, não precisa de correria para tirar essa carteira de identificação para quem já estava aposentado antes de novembro de 2025”, esclarece.

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Josiane diz ainda que, se a pessoa receber alguma mensagem e ficar na dúvida, o ideal é que ela aguarde até segunda-feira (2), quando, segundo o INSS, os serviços estarão restabelecidos. Outra possibilidade é checar os órgãos oficiais das instituições e não confiar em mensagens de texto.


Sobre a contratação de um advogado para dar início ao processo de aposentadoria, a presidente da comissão afirma que o cidadão não é obrigado a contratar um advogado ou um despachante, mas esses profissionais podem garantir que nenhum erro seja cometido durante a solicitação. “Não que seja impossível, mas às vezes as pessoas têm dificuldade e com a contratação de um profissional habilitado, a chance de êxito é maior”, diz.

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