Especialista define Aliança Biodiesel como ‘passo importante no futuro’
Tensão geopolítica internacional evidencia capacidade do Brasil de exportar biocombustíveis e conquistar mercado
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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A Aliança Biodiesel, formada pela Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil e pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, foi lançada na última semana. As duas entidades reúnem 16 fabricantes de biodiesel com 33 usinas em atividade; isso equivale a 63,7% do parque industrial brasileiro relativo ao produto.
Em entrevista ao Record News Rural desta segunda-feira (13), o professor de economia Daniel Vargas diz que a atual tensão geopolítica internacional e a volatilidade dos preços fazem com que os países comecem a ver os biocombustíveis com mais “simpatia e atenção”.
“Se a gente [Brasil] já tem essa produção e essa capacidade interna, nós imaginaríamos que também teríamos então uma imensa oportunidade para exportar esses bens. Mas, quando a gente olha para a produção brasileira de biodiesel, ela é praticamente toda utilizada para alimentar a infraestrutura nacional. A gente não exporta nada. A grande questão, portanto, é: já que produzimos muito, por que não criar uma porta de saída?”, analisa.
Vargas percebe essa aliança como “fundamental”: “Isso cria a influência para a gente olhar para fora de uma maneira renovada. [...] Já podemos aumentar em muito a nossa produção, mas, para isso, precisamos criar mercados”. Segundo ele, a criação desses mercados exige um “passaporte internacional” para os produtos brasileiros.
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