Economia 'Estamos com programas sociais três vezes mais potentes', diz Guedes

'Estamos com programas sociais três vezes mais potentes', diz Guedes

Em evento, ministro disse que Auxílio Brasil representa três vezes mais do que a transferência de renda em governos anteriores

Agência Estado - Economia
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que programas representam 1,5% do PIB

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que programas representam 1,5% do PIB

Marcelo Camargo/Agência Brasil - 28.06.2022

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (20) que o Brasil já começou a percorrer um caminho de prosperidade, citando, além de mais de R$ 900 bilhões em investimentos nos próximos dez anos, a expansão de programas sociais, que assegura o crescimento do consumo.

Em apresentação na reunião de diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada na sede da entidade no Rio, Guedes voltou a dizer que os pagamentos do Auxílio Brasil representam três vezes mais do que a transferência de renda feita em governos anteriores.

"Estamos com programas sociais três vezes mais potentes, com 1,5% do PIB", disse Guedes, acrescentando que, com esse valor, o consumo da baixa renda está garantido.

A empresários dos setores de comércio e serviços, o ministro projetou para os próximos dez anos um crescimento de 3,5% a 4% da economia brasileira ao ano se o país avançar em reformas e mantiver as políticas atuais.

"Temos que seguir fazendo o que já começamos [...] A resposta é o Brasil continuar crescendo", declarou Guedes, em meio à campanha do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), pela reeleição.

Favorável à privatização da Petrobras, o ministro afirmou que o Brasil precisa de 35 petroleiras investindo, não apenas uma.

Após criticar a carga excessiva de impostos que "desindustrializou" o país, aproveitou também o evento para lembrar dos cortes das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

"Baixar o IPI para 4.000 produtos é bom? É, vamos baixar", lembrou Guedes, que também defendeu uma abertura comercial gradual para não prejudicar os produtores nacionais. "Não somos trouxas, vamos abrir de forma gradual", afirmou o ministro.

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