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Fim das tarifas de Trump deve gerar impacto de US$ 21 bi nas exportações brasileiras

Nesta sexta, a Suprema Corte decidiu, por 6 votos a 3, derrubar as tarifas impostas por Trump a produtos importados

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Suprema Corte dos EUA derrubou tarifas de Trump sobre produtos importados, com decisão de 6 a 3.
  • O impacto esperado nas exportações brasileiras para os EUA é de US$ 21,6 bilhões.
  • A medida pode oferecer um alívio para exportadores e facilitar a reorganização de contratos.
  • No entanto, a disputa comercial continua, com Trump implementando uma tarifa global de 10% a partir de 24 de outubro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Suprema Corte derrubou as tarifas de Trump Reuters/Nathan Howard- 20.06.2026

A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos em derrubar as tarifas sobre produtos importados impostas pelo presidente Donald Trump causaria um impacto de US$ 21,6 bilhões em exportações brasileiras para o país norte-americano. O levantamento, feito pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), tem como base dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos EUA.

Nesta sexta-feira (20), a Corte decidiu, por 6 votos a 3, derrubar as tarifas impostas por Trump a produtos importados. Na visão dos juízes, a interpretação da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional violaria um princípio jurídico chamado doutrina das questões importantes.


“Acompanhamos a decisão de hoje com atenção e cautela. O impacto de uma medida como essa no comércio brasileiro é significativo, tendo em vista a relevante parceria comercial entre Brasil e Estados Unidos”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

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A decisão da Justiça dos Estados Unidos de reverter o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump a outros países pode reduzir a imprevisibilidade que rondava exportadores brasileiros e abrir espaço para reorganização de contratos e margens de lucro. O alívio, porém, está longe de encerrar a disputa comercial, sobretudo após Trump reagir com uma tarifa global de 10%, que entra em vigor na próxima quarta-feira (24).


A tendência, segundo especialistas ouvidos pelo R7, é de um ambiente mais fragmentado, com pressões tarifárias seletivas e disputas técnicas mais frequentes.

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