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Galípolo diz que Banco Central está mais para ‘transatlântico’ do que para ‘jet ski’

Presidente do BC defendeu que instituição financeira deverá agir com ‘serenidade’ nas medidas deste ano e ‘fazer movimentos comedidos’

Economia|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, enfatiza a necessidade de "serenidade" nas decisões para 2026.
  • Compara a atuação do BC a um "transatlântico", sublinhando a importância de movimentos comedidos.
  • A política monetária está em fase de "calibragem", com a inflação ainda acima da meta relacionada ao IPCA.
  • O Copom começará a implementar cortes na taxa Selic a partir de março, em meio a um mercado de trabalho incerto.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente do BC discursou durante evento em São Paulo na manhã desta quarta-feira Roque de Sá/ Agência Senado - Arquivo

O presidente do BC (Banco Central), Gabriel Galípolo, afirmou que a instituição deverá agir com “serenidade” nas decisões para o restante do ano e defendeu a atuação cautelosa da instituição financeira. O dirigente deu a declaração nessa quarta-feira (11), durante evento em São Paulo.

“Vamos consumir os dados com serenidade. O Banco Central é um transatlântico, não um jet ski. Ele não pode fazer grandes mudanças; precisa fazer movimentos mais comedidos. Faz parte de nosso mandato ter serenidade”, afirmou Galípolo, durante a CEO Conference.


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O economista acrescentou que a política monetária do país está em fase de “calibragem”. Ainda assim, considera necessário o cuidado com as expectativas sobre o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) — a inflação oficial do país —, cujo ambiente está melhor, segundo ele, mas ainda acima do centro da meta.

O presidente do BC também comentou que o Copom (Comitê de Política Monetária) fará “movimentos comedidos” a partir de março, no ciclo de corte na Selic — a taxa de juros oficial do país — e que, embora o mercado de trabalho esteja em movimento, o cenário ainda é de incertezas.


“Apesar de sinais mistos, temos um mercado de trabalho bastante apertado. E a função do banqueiro central é combater a inflação, independentemente da razão dela”, completou Galípolo.

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