Galípolo diz que Banco Central está mais para ‘transatlântico’ do que para ‘jet ski’
Presidente do BC defendeu que instituição financeira deverá agir com ‘serenidade’ nas medidas deste ano e ‘fazer movimentos comedidos’
Economia|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília
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O presidente do BC (Banco Central), Gabriel Galípolo, afirmou que a instituição deverá agir com “serenidade” nas decisões para o restante do ano e defendeu a atuação cautelosa da instituição financeira. O dirigente deu a declaração nessa quarta-feira (11), durante evento em São Paulo.
“Vamos consumir os dados com serenidade. O Banco Central é um transatlântico, não um jet ski. Ele não pode fazer grandes mudanças; precisa fazer movimentos mais comedidos. Faz parte de nosso mandato ter serenidade”, afirmou Galípolo, durante a CEO Conference.
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O economista acrescentou que a política monetária do país está em fase de “calibragem”. Ainda assim, considera necessário o cuidado com as expectativas sobre o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) — a inflação oficial do país —, cujo ambiente está melhor, segundo ele, mas ainda acima do centro da meta.
O presidente do BC também comentou que o Copom (Comitê de Política Monetária) fará “movimentos comedidos” a partir de março, no ciclo de corte na Selic — a taxa de juros oficial do país — e que, embora o mercado de trabalho esteja em movimento, o cenário ainda é de incertezas.
“Apesar de sinais mistos, temos um mercado de trabalho bastante apertado. E a função do banqueiro central é combater a inflação, independentemente da razão dela”, completou Galípolo.
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