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Inflação para famílias de baixa renda desacelera em outubro

Tarifa de eletricidade residencial e cebola foram itens que ficaram mais baratos e influenciaram no resultado do indicador

Economia|Giuliana Saringer, do R7

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Energia elétrica ficou mais barata
Energia elétrica ficou mais barata

A inflação para famílias de baixa renda desacelerou em outubro deste ano, segundo o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor Classe 1), divulgado nesta quarta-feira (6) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). 

O indicador registrou taxa de -0,12% frente a -0,09% em setembro deste ano.


Os produtos que ficaram mais baratos e influenciaram bastante o indicador no período foram tarifa de eletricidade residencial, cebola, batata inglesa, cenoura e mamão papaya. 

Em contrapartida, os preços do aluguel residencial, pão francês, chã de dentro, gasolina e cigarros ficaram mais caros. 


A inflação também perdeu ritmo em comparação com o mesmo período de 2018, quando a taxa era de 0,04%. De janeiro a outubro deste ano, a inflação acumula alta de 3,07% e, nos últimos 12 meses, de 3,14%. 

O IPC-C1 mede o impacto da inflação para famílias que recebem de um (R$ 998) a 2,5 (R$ 2.495) salários mínimos. 

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