Mudanças no VR e VA: ‘Qualquer bandeira de cartão tem que passar em qualquer maquininha’, diz economista
Ricardo Buso explica os motivos da falta de aderência dos benefícios em estabelecimentos, principalmente no interior
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Desde terça-feira (10) estão em vigor as novas regras para o vale-alimentação e vale-refeição. As mudanças limitam as taxas das operadoras e agilizam o repasse dos pagamentos. Agora os cartões devem funcionar em qualquer maquininha.
Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (12), o economista Ricardo Buso explica que os benefícios em questão fazem parte do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador), que visa melhorar a tabela nutricional, principalmente dos trabalhadores de baixa renda.
“Nas capitais, nos grandes centros, ele é mais aceito[...]. Já nas cidades menores, isso já é mais difícil, por quê? Taxa muito elevada, maior até que dos cartões tradicionais. Também a dificuldade de ter que pagar por várias maquininhas e o prazo de recebimento”, afirma.
Levando esses pontos em consideração, as mudanças incluem a taxa de intercâmbio limitada a 2% do valor da compra, com taxa total que se limita a 3,6%, para competir com os cartões de débito e de crédito. Além disso, o prazo máximo para o recebimento do dinheiro pela empresa é de 15 dias, o que antes chegava a ser de um mês.
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