Economia País abre 129 mil postos de trabalho com carteira assinada em abril

País abre 129 mil postos de trabalho com carteira assinada em abril

Trata-se do terceiro mês em 2019 com aumento dos postos de trabalhos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Setor de serviços foi o que mais criou empregos formais

Setor de serviços foi o que mais criou empregos formais

ABR/Agência Brasil

Foram abertas 129,6 mil vagas de emprego com carteira assinada em todo país no mês de abril, alta de 0,34% em relação a março. 

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados nesta sexta-feira (24). 

Esse foi o terceiro mês de 2019 com criação de empregos formais. Em janeiro, foram abertas 41,1 mil vagas e em fevereiro, 185,2 mil. A exceção foi março, em que houve redução de 42,1 mil vagas.

O cálculo leva em contas a diferença entre demissões e admissões durante o mês analisado.

O Caged registrou no mês passado 38,69 milhões de trabalhadores com carteira assinada, sendo 17 milhões no setor de serviços; 9 milhões no comércio; 7 milhões na indústria de transformação; 1,9 milhão na construção civil; 1,5 milhão na agropecuária, extração vegetal, caça e pesca; e restante em setores como administração pública, indústria de extração mineral e serviços industriais de utilidade pública.

Em abril, na comparação com o mês anterior, todos os setores da economia abriram vagas formais. O segmento de serviços foi o que mais criou postos: 66,2 mil; seguido da indústria de transformação (20,4 mil); e da construção civil (12,2 mil).

Foram criadas 477,8 mil vagas com carteira assinada no período de maio de 2018 a abril de 2019: variação de 1,25%. Apenas em 2019, foram 313,8 mil postos.

São Paulo responde por 50,1 mil vagas criadas no mês passado; Minas Gerais, 22,3 mil; e Paraná, 10,6 mil.

Das 27 unidades da federação, apenas quatro registraram cortes de empregos formais: Alagoas (-4.692); Rio Grande do Sul (-2.498); Rio Grande do Norte (-501); e Pará (-25).

O salário médio dos trabalhadores demitidos em abril era de R$ 1.747,85, enquanto a remuneração de quem foi contratado ficou em R$ 1.584,51, na média.