Perspectivas para o mercado de trabalho no Brasil seguem em queda, diz FGV
IAEmp e ICD apontaram quinta e quarta pioras no ambiente profissional, respectivamente
Economia|Do R7

O IAEmpr (Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) variou negativamente pela quinta vez seguida e atingiu os 74,5 pontos no mês de julho. A queda de -1,6% do indicador sinaliza um aprofundamento da tendência de desaceleração do ritmo de contratações ao longo dos próximos meses.
Os componentes que mais contribuíram negativamente para a variação do IAEmp no mês foram os indicadores que medem o grau de otimismo dos empresários em relação à tendência dos negócios nos seis meses seguintes e o grau de satisfação com a situação atual, ambos da Sondagem da Indústria, com variações de -8,8% e -8,4%, respectivamente; e a opinião dos empresários sobre a presente situação dos negócios da Sondagem de Serviços , com variação de -7,3%.
O IAEmp é construído como uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, tendo capacidade de antecipar os rumos do mercado de trabalho no País.
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Também foi divulgado nesta sexta-feira (8), pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o (Indicador Coincidente de Desemprego). Este registrou alta de 0,6% entre junho e julho de 2014, a quarta consecutiva. O resultado sinaliza piora das condições no mercado de trabalho.
O ICD é construído a partir dos dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, do quesito da Sondagem do Consumidor que capta a percepção do entrevistado a respeito da situação presente do mercado de trabalho.
As classes que mais contribuíram para a alta do ICD em julho foram as de renda mais baixa: a dos consumidores que possuem renda até R$ 2.100.00 e, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 1,4%; e a dos que possuem renda familiar entre R$ 2.100.00 e R$ 4.800.00, com variação de 0,4%.
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