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Preços dos combustíveis: o posto tem o direito de cobrar quanto quer?

Operação da PF realizada nesta sexta (27) mira nos reajustes indevidos nos preços de postos do país

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal realizou a operação "Vem Diesel" para combater reajustes indevidos nos preços de combustíveis em 11 estados e no Distrito Federal.
  • A ação foi em parceria com a Senacon e a ANP para fiscalizar abusos nos preços.
  • Segundo a economista Carla Beni, a intervenção do Estado gera opiniões divergentes, mas o consumidor é quem mais sente o impacto da alta dos combustíveis.
  • A alta nos preços dos combustíveis afeta diretamente o orçamento dos cidadãos ao abastecerem seus veículos.

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A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (27) uma operação para combater reajustes indevidos nos preços de postos de combustíveis em 11 estados e no Distrito Federal. Apelidada de “Vem Diesel”, a ação foi em conjunto com a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) e a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Na análise de Carla Beni, economista e professora da FGV (Fundação Getulio Vargas), os donos de postos e distribuidoras têm o direito de alterar os valores dos combustíveis. No entanto, ela menciona que, em caso de políticas de preços abusivas, órgãos fiscalizadores possuem o direito de punir esses estabelecimentos.


Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta, a professora aponta que a intervenção do Estado na ordem econômica nestes casos gera posicionamentos divergentes de parcelas da sociedade. Para ela, mesmo com diferentes opiniões, com a alta dos combustíveis, quem sente o maior impacto é o consumidor: “No final das contas, quando a gente para para encher o tanque, o preço está mais alto e isso daí vai acabar impactando, principalmente, no nosso orçamento”.

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