Economia Prévia do PIB tem 10ª alta seguida e segue acima do nível pré-pandemia

Prévia do PIB tem 10ª alta seguida e segue acima do nível pré-pandemia

Índice de Atividade Econômica do Banco Central avançou 1,7% em fevereiro e alcançou os 143,24 pontos

  • Economia | Do R7

Resumindo a Notícia

  • IBC-Br avançou 1,7% em fevereiro e registrou o 10º mês consecutivo de alta
  • Com o novo crescimento, indicador alcançou os 143,24 pontos na série livre de influências
  • Apesar da alta, índice ainda registra perdas de 4,02% no acumulado dos últimos 12 meses
  • Em 2020, economia encolheu 4,1%, maior tombo da série histórica do IBGE, iniciada em 1996
Prévia do PIB acumula perda de 4% em 12 meses

Prévia do PIB acumula perda de 4% em 12 meses

Marcos Santos/USP Imagens

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), conhecido por sinalizar uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto), avançou 1,7% em fevereiro e engatou o 10º mês consecutivo de alta, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (19) pelo BC (Banco Central).

Com o novo crescimento, o indicador alcançou os 143,24 pontos na série dessazonalizada (livre de influências) e se manteve acima do patamar de fevereiro do ano passado (140,02), último mês sem os reflexos da pandemia do novo coronavírus no cenário econômico nacional.

Apesar da alta, o indicador ainda registra perdas de 4,02% no acumulado dos últimos 12 meses. Já no trimestre entre dezembro em fevereiro, a alta da prévia do PIB é de 3,13%. No mesmo mês de 2020, o IBC-Br apresentou crescimento de 0,98%, valor 0,72 ponto percentual inferior ao deste ano. 

Os dados do IBC-Br, que são coletados a partir de uma base de indicadores similar á do indicador oficial que mede as riquezas produzidas no Brasil, desabou nos meses de março de abril do ano passado em meio às medidas restritivas adotadas para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus, mas avançou em todos os meses seguintes.

Em 2020, a economia brasileira encolheu 4,1%, mesmo após registrar uma forte retomada ao longo do segundo semestre. O maior tombo da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em 1996, foi guiado pelas quedas significativas da indústria (-3,5%) e dos serviços (-4,5%).

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