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Produção industrial perde ritmo e recua 0,4% em setembro, aponta IBGE

Setor acumulou alta de 1% no ano e de 1,5% nos últimos 12 meses, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal

Economia|Clarissa Lemgruber, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A produção industrial brasileira caiu 0,4% de agosto para setembro, conforme o IBGE.
  • Em relação a setembro de 2024, houve um crescimento de 2% e um acumulado de 1% no ano.
  • 12 dos 25 ramos pesquisados apresentaram redução, destacando-se produtos farmacêuticos e veículos automotores.
  • Produtos alimentícios tiveram um aumento de 1,9%, contribuindo para um crescimento consecutivo de 4,4% no setor.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Indústria cai 0,4% em setembro Nilton Cardin/Estadão Conteúdo - 30.05.2012

A produção industrial brasileira registrou queda de 0,4% na passagem de agosto para setembro, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta terça-feira (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em relação a setembro de 2024, na série sem ajuste, houve crescimento de 2%. O acumulado no ano foi de 1% e o dos últimos 12 meses chegou a 1,5%.


Na passagem de agosto para setembro de 2025, três das quatro grandes categorias econômicas e 12 dos 25 ramos industriais pesquisados apontaram redução na produção.

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Entre as atividades, as influências negativas mais importantes foram assinaladas por produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,7%), indústrias extrativas (-1,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-3,5%).


O IBGE destacou também as contribuições negativas registradas pelos setores de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-2,9%), de produtos químicos (-0,4%), de produtos diversos (-2,7%) e de outros equipamentos de transporte (-1,9%).

Por outro lado, entre as treze atividades que mostraram avanço na produção, a de produtos alimentícios (1,9%) exerceu o principal impacto na média da indústria, marcando, dessa forma, o terceiro resultado positivo consecutivo, período em que acumulou expansão de 4,4%.


Outras influências positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de:

  • produtos do fumo (19,5%)
  • produtos de madeira (5,5%)
  • produtos de borracha e de material plástico (1,3%)
  • máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,7%)
  • manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (2%)
  • artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (2,3%)
  • bebidas (1,1%) e de metalurgia (0,5%).

Categorias econômicas

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, bens de consumo duráveis (-1,4%) mostrou o resultado negativo mais acentuado em setembro de 2025.


Os setores produtores de bens intermediários (-0,4%) e de bens de consumo semi e não duráveis (-0,1%) também assinalaram recuos no mês.

Por outro lado, o segmento de bens de capital, ao avançar 0,1%, mostrou a única taxa positiva em setembro de 2025 e interrompeu dois meses seguidos de queda na produção, período em que acumulou perda de 1,9%.

Setembro de 2025 x setembro de 2024

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial assinalou expansão de 2%, com resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas, 16 dos 25 ramos, 45 dos 80 grupos e 53,0% dos 789 produtos pesquisados.

Vale citar que setembro de 2025 (22 dias) teve um dia útil a mais que igual mês do ano anterior (21).

Entre as atividades, as principais influências positivas no total da indústria foram registradas por produtos alimentícios (7,1%) e indústrias extrativas (5,2%).

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