Economia Programa do governo preservou 10,5 milhões de postos, diz ministro

Programa do governo preservou 10,5 milhões de postos, diz ministro

Onyx Lorenzoni, do Trabalho, comemorou 2,5 milhões de vagas criadas no ano e cutucou a ex-presidente Dilma Rousseff

  • Economia | Do R7

Lorenzoni: 'Governo não adotou o fique em casa'

Lorenzoni: 'Governo não adotou o fique em casa'

Evaristo Sá/AFP - 29.03.2021

O ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira (26) que o programa do governo federal que visava evitar cortes de vagas durante a pandemia de Covid-19, conhecido como BEm, foi responsável pela preservação de 10,5 milhões de postos com carteira assinada.

O programa permitia aos empregadores a redução de jornada de trabalho com a proporcional diminuição dos salários durante o período em que boa parte das atividades econômicas foi impactada com o avanço do novo coronavírus. O BEm durou de 1º de abril de 2020 a 26 de agosto de 2021.

"Foram 23,3 milhões de acordos assinados que preservaram mais de 10,5 milhões de vagas com carteira assinada", afirmou o ministro na apresentação dos dados do Caged (Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados) de setembro.

Lorenzoni ainda enfatizou os 2,5 milhões de vagas criadas de janeiro a setembro de 2021 no país, em meio à crise sanitária, e lembrou que, no fim do governo Dilma Rousseff (PT), a ex-presidente deixou o Brasil com 2,5 milhões de empregos a menos. "Sem pandemia nenhuma", afirmou o ministro.

Antes da coletiva, Lorenzoni disse ainda que o avanço da vacinação permitiu a retomada da economia. "Hoje o Brasil é o terceiro país do mundo que mais vacinou sua população. Já distribuiu mais de 300 milhões de vacinas e aplicou R$ 256 milhões."

Ele afirmou também que, enquanto a oposição ao governo federal dizia "fique em casa, a economia a gente vê depois", o presidente Jair Bolsonaro jamais adotou essa estratégia e tomou medidas para evitar o desemprego e amenizar dificuldades econômicas da população.

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