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Sonho da casa própria: o que considerar na hora de aderir a um financiamento

Mudanças entram em vigor nesta sexta (2) devem ampliar acesso ao Minha Casa, Minha Vida para famílias de baixa renda

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Câmara dos Deputados implementou novas regras para financiamento de imóveis a partir de 2 de outubro, visando ampliar o acesso ao programa Minha Casa, Minha Vida.
  • A economista Carla Beni recomenda analisar cuidadosamente a relação entre o custo do aluguel e as prestações do financiamento antes de tomar uma decisão.
  • As novas diretrizes podem injetar mais de R$ 100 bilhões na economia em 2026, beneficiando o setor de construção civil.
  • É importante que as famílias planejem suas finanças coletivamente para alcançar o objetivo da aquisição da casa própria.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

As novas regras para o financiamento de imóveis no Brasil começaram a valer nesta sexta-feira (2). Aos interessados em adquirir a casa própria em 2026, a economista Carla Beni dá dicas de como se organizar para que o investimento não pese no bolso.

Em entrevista ao Conexão Record News, ela destaca que, apesar da grande oportunidade, a decisão de adquirir um imóvel nessas condições deve ser analisada com cautela. De agora em diante, o Minha Casa, Minha Vida passa a ter um teto maior para o valor dos empreendimentos financiados — entre R$ 255 mil e R$ 270 mil —, o que amplia o acesso, principalmente, à população de baixa renda.


Oportunidades são grandes, mas devem ser analisadas com atenção segundo especialista Reprodução/Record News

Em primeiro lugar, é importante colocar na balança o quanto se paga de aluguel e quanto custará a prestação do financiamento. “A minha recomendação seria muita conversa, papel, caneta, todo mundo fazendo conta, e entender que esse é um objetivo comum da família”, diz.

A especialista também analisa o impacto das mudanças no mercado. Segundo o governo federal, devem ser injetados mais de R$ 100 bilhões na economia em 2026. “Desde o engenheiro até o pedreiro, e todas as empresas no redor desse processo são muito dinamizadas, por isso que programas como o Minha Casa, Minha Vida ou o PAC, por exemplo, eles são fundamentais para o setor de construção civil”, completa.

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