Temor do Irã em perder mercado chinês impede fechamento prolongado de Ormuz, avalia professor
China está entre principais parceiros do regime iraniano, que usa fornecimento de petróleo como barganha em conflito com EUA e Israel
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Com as instabilidades no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz, anunciado nesta segunda-feira (2), países temem dificuldade de abastecimento.
“Somos um mundo ainda muito dependente desse produto. Quando a gente tem tensões desse nível, a gente pode imaginar um mundo com mais inflação”, diz o professor de economia Renato Veloni.

Para controlar esse mundo com mais inflação, ele continua, em entrevista ao Hora News, também é fácil projetar um mundo com mais juros. Esses seriam os impactos mais imediatos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
Mas, diante de um impedimento prolongado do transporte de petróleo por Ormuz, Veloni aponta que a China seria a principal afetada. Um dos principais parceiros comerciais do regime iraniano, atingido pela morte de seu líder supremo no último sábado (28), o país asiático deve segurar qualquer decisão mais drástica de Teerã.
Porém, na visão do especialista, que acredita ser cedo para mapear os desdobramentos da crise no Golfo Pérsico, ainda é possível dizer que “todas as opções estão na mesa”.
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