Economia Veja o calendário da 4ª parcela antecipada do auxílio emergencial

Veja o calendário da 4ª parcela antecipada do auxílio emergencial

Pagamento começará a ser debitado na conta digital para os nascidos em janeiro a partir deste sábado (17)

Quarta parcela do auxílio emergencial começa a ser paga neste sábado

Quarta parcela do auxílio emergencial começa a ser paga neste sábado

ANDRE MELO ANDRADE/IMMAGINI/ESTADÃO CONTEÚDO-15/07/2021

A 4ª parcela do auxílio emergencial foi antecipada e começa a ser depositada neste sábado (17) para os beneficiários nascidos em janeiro. O pagamento do ciclo 4 foi andiantado em sete dias, o último antes das três parcelas extras autorizadas pelo governo federal em meio à pandemia de covid-19.

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Com a alteração, as liberações de recursos nas contas digitais da Caixa se iniciam já no próximo sábado (17) para os beneficiários nascidos em janeiro e seguem até o dia 30, para quem faz aniversário em dezembro. Inicialmente, o começo dos pagamentos da quarta parcela aconteceria apenas em 23 de julho.

Os saques em espécie, por sua vez, serão autorizados entre os dias 2 e 18 de agosto. O calendário das três parcelas adicionais ainda não foi divulgado.  

Novas datas de débito da 4ª parcela

Divulgação/Caixa

Novas datas de saque da 4ª parcela

Divulgação/Caixa


O valor médio pago neste ano pelo auxílio emergencial é de R$ 250, sendo que as mulheres chefes de família recebem R$ 375 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150. O benefício contempla hoje cerca de 37 milhões de brasileiros.

O montante médio vai persistir pelos ciclos 5, 6 e 7 do programa assistencial, quando o governo pretende alocar os beneficiários que ainda estejam em situação precária na nova versão do Bolsa Família, com prestações de até R$ 300.

"O auxílio emergencial vai até lá [o fim da vacinação em massa] e, aí, aterrissamos no Bolsa Família que o presidente da República já determinou que terá um valor substancial", já afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele garante que a ampliação do programa será bancada pela tributação dos "super-ricos".

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