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Vendas do comércio cresceram 0,4% em outubro, revela o Índice do Varejo Stone

Na comparação anual, o varejo nacional registrou queda de 1,5%; cinco dos oito setores analisados tiveram alta mensal

Economia|Do R7

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Consumidores na região da rua 25 de Março RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - 08.11.2025

As vendas do comércio brasileiro registraram crescimento de 0,4% em outubro, de acordo com o Índice do Varejo Stone (IVS). No entanto, em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 1,5%.

O estudo, que acompanha mensalmente a movimentação do varejo no país, é uma iniciativa da Stone.


No recorte mensal, cinco dos oito segmentos analisados registraram alta. O destaque foi o setor de Tecidos, Vestuário e Calçados, com crescimento de 1,2%, seguido por Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (1,1%), Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (0,5%), Artigos Farmacêuticos (0,2%) e Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (0,1%).

Entre os setores com retração, tiveram queda Combustíveis e Lubrificantes (2,3%), Móveis e Eletrodomésticos (0,5%) e Material de Construção (0,4%).


No comparativo anual, apenas dois segmentos apresentaram alta: Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (0,9%) e Artigos Farmacêuticos (0,5%).

Os demais registraram queda, com destaque para Móveis e Eletrodomésticos, Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (2,5%), Combustíveis e Lubrificantes (2,2%), Material de Construção (1,7%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (0,5%) e Tecidos, Vestuário e Calçados (0,3%).


“Apesar da leve alta nas vendas de outubro, o varejo segue operando em ritmo moderado. O consumo continua sustentado principalmente pelo mercado de trabalho aquecido, com desemprego historicamente baixo e massa de rendimentos elevada”, avalia Guilherme Freitas, economista e cientista de dados da Stone.

“No entanto, fatores como o endividamento recorde das famílias, o alto comprometimento da renda com dívidas e uma inflação ainda resistente, seguem limitando uma recuperação mais firme. O resultado do mês reforça essa dinâmica: o setor mostra resiliência, mas ainda abaixo do patamar observado em 2024”, acrescenta.

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