Educação Saiba como ajudar seu filho na transição para o ensino médio

Saiba como ajudar seu filho na transição para o ensino médio

Fase pode gerar ansiedade e conflitos em família no momento da escolha profissional. Confira as dicas dos especialistas

Saiba como ajudar seu filho na transição para o ensino médio

Transição para o ensino médio pode gerar ansiedade nos alunos e pais

Transição para o ensino médio pode gerar ansiedade nos alunos e pais

JD Diorio/Estadão Conteúdo

Último semestre, fim de ano se aproxima e está chegando a hora de fazer a matrícula para o próximo. Rotina, mas quando o filho vai para o ensino médio muitos pais ficam ansiosos. Veja dicas para ajudar os estudantes nesse momento de transição.

O primeiro ponto é entender que toda mudança gera insegurança, mas, como observa Erik Hörner, coordenador pedagógico do Colégio Humboldt, “não podemos passar essa ansiedade para os filhos”.

Como lembra Hörner, na animação Procurando Nemo, o pai protege tanto sua cria que precisa acreditar que o filho é capaz. “Os alunos estão preparados para a mudança, são desafios e essa experiência concreta fará diferença na vida deles no futuro.

E por que os pais ficam tão inseguros?

É uma fase de definições, quando surge o vestibular e escolha da carreira. “Muitas vezes, pais e filhos entram em conflito - o pai quer que o filho estude medicina e o jovem quer seguir na área de animação, por exemplo”, avalia Sandra Braga, orientadora educacional do Colégio Pio XII. “É muito importante que haja uma conversa franca sobre projeto de vida.”

Ouvir os argumentos dos filhos e entender que eles são protagonistas de suas vidas é um conselho importante para os pais.

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Também não é o momento de supervalorizar a nova etapa dizendo que será “mais difícil” ou pressionar o adolescente dizendo que “agora é para valer”.  “Os jovens já estão preocupados com a novidade e precisam de apoio da família para seguir em segurança”, avalia Hörner.

“É o momento de trabalhar o autoconhecimento, os sonhos e deixar os filhos terem suas próprias experiências para que possam crescer e amadurecer”, conclui Sandra.