Educação SP alcança 2 mil escolas no programa de ensino Integral 

SP alcança 2 mil escolas no programa de ensino Integral 

Estado contempla mais de um milhão de estudantes nessa modalidade e a meta para dezembro de 2022 é chegar a 3 mil

João Doria durante anuncio da ampliação do PEI (Programa de ensino integral)

João Doria durante anuncio da ampliação do PEI (Programa de ensino integral)

Reprodução

O governo de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (8) a ampliação do PEI (Programa de Ensino Integral). O estado já conta com mais de 2 mil escolas em 457 municípios, no total de um milhão de estudantes contemplados. Até dezembro de 2022, a meta é chegar a 3 mil escolas no programa.

"Fizemos a reforma administrativa e utilizamos esses recursos para o investimento nas escolas de período integral", destacou o governador João Doria (PSDB). "Hoje temos 2.029 escolas, meta atingida e o estado com maior número de escolas de tempo integral no país." Em julho, a Seduc (Secretaria de Estado da Educação) havia anunciado que 1.855 escolas no total serão atendidas pelo PEI (Programa de Ensino Integral), mas o número entregue supera a meta. Até 2019, o estado possuía apenas 363 escolas de tempo integral. 

De acordo com dados informados pela Seduc (Secretaria de Estado de Educação), mais de um milhão de alunos em período integral em 457 municípios contemplados. "Alunos dos anos iniciais também estão incluídos porque não faz sentido deixar as crianças de fora", afirmou o secretário da Educação, Rossieli Soares. Os estudantes dessas duas mil escolas já farão matrícula no ensino integral.

As PEI são organizadas de duas maneiras: um turno único de 9 horas ou 9 horas e 30 minutos. Todos os alunos entram às 7h e saem às 16h ou 16h30. Ou com dois turnos de 7 horas, sendo o primeiro das 7h às 14h e o segundo das 14h15 às 21h15. "O turno de 7 horas veio para atender aos estudantes que precisam trabalhar e o governo de São Paulo também oferece a Bolsa do Povo, que também atende aos alunos de tempo integral, garante o pagamento de R$ 1 mil por ano para que os jovens possam continuar estudando."

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