Gripe K em Santa Catarina: o que diferencia de uma influenza comum
Casos recentes alertam autoridades sobre sintomas intensos e prevenção necessária
Fala Ciência|Do R7

Nos últimos meses, Santa Catarina registrou casos da gripe K, uma variação da influenza A (H3N2) que ganhou atenção internacional em 2025. Até o momento, foram confirmados 17 diagnósticos distribuídos em seis municípios do estado, sem relatos de complicações graves.
Embora não represente um aumento significativo na gravidade comparado a outras cepas sazonais, o vírus exige atenção, especialmente para grupos vulneráveis.
Municípios afetados e vigilância epidemiológica
Os casos foram detectados em diferentes cidades catarinenses, distribuídos da seguinte forma:
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) monitora a situação e investiga a origem dos contágios, que ocorreram em todas as faixas etárias. A detecção abrange tanto a síndrome gripal comum quanto a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), reforçando a importância da vigilância contínua em ambientes urbanos e rurais.
Sintomas que diferenciam a gripe K
Embora os sinais iniciais da doença sejam semelhantes aos da gripe sazonal, a gripe K apresenta características que a distinguem:
Essa combinação permite diferenciar a gripe K de resfriados comuns, que costumam provocar coriza, espirros e sintomas leves, sem impactar fortemente a disposição física.
Perfil da doença e grupos de risco
Apesar de não ter sido associada a quadros graves, a gripe K pode afetar mais intensamente determinados grupos:
Por isso, autoridades de saúde recomendam intensificar medidas preventivas, incluindo higienização das mãos, uso de máscaras em ambientes de risco e vacinação contra influenza sazonal, quando disponível.
Recomendações de prevenção e cuidados
Para reduzir a transmissão e proteger a população, especialistas enfatizam:
A experiência internacional mostra que, embora a gripe K possa se espalhar, o impacto geral permanece moderado, com sintomas autolimitados na maioria dos casos.















