Rio de Janeiro vive colapso respiratório com aumento de mortes por Influenza e rinovírus
Vírus respiratórios avançam no Rio e pressionam hospitais com casos graves de SRAG
Fala Ciência|Do R7

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) voltou a preocupar autoridades de saúde no estado do Rio de Janeiro. Com mais de 13 mil casos registrados até novembro de 2025, o aumento de 44% em relação ao ano anterior acende um alerta para a população, especialmente crianças pequenas e idosos, os mais vulneráveis às complicações.
O que é a SRAG e por que ela é perigosa?
A SRAG é uma condição clínica grave que pode ser causada por diversos vírus respiratórios, como Influenza A, Covid-19, Rinovírus e Vírus Sincicial Respiratório. Ela se caracteriza por sintomas intensos como febre alta, dificuldade respiratória, cansaço extremo e necessidade de hospitalização.
Embora nem toda infecção respiratória evolua para SRAG, os casos que o fazem têm alto risco de complicações e morte, especialmente em pessoas com sistema imunológico fragilizado.
Grupos mais afetados: crianças e idosos
Como se prevenir da SRAG

A prevenção é possível e envolve medidas simples, mas eficazes:
Situação crítica na capital
A cidade do Rio de Janeiro já ultrapassou os 900 casos graves de SRAG em 2025, pressionando a rede hospitalar. A prefeitura intensificou a vacinação com vans itinerantes em hotéis e aeroportos, mas a cobertura ainda está abaixo do ideal.
Com o avanço dos vírus respiratórios, a prevenção se torna uma responsabilidade coletiva. Proteger os mais vulneráveis, bebês e idosos, é essencial para evitar que o sistema de saúde entre em colapso.















