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Vitamina E: para que serve e quais alimentos são mais ricos

A vitamina E é um nutriente lipossolúvel que participa de diversas funções essenciais no organismo humano. Como ela se concentra principalmente...

Giro 10

Giro 10|Do R7

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A vitamina E é um nutriente lipossolúvel que participa de diversas funções essenciais no organismo humano. Como ela se concentra principalmente em alimentos gordurosos, o corpo a acumula no tecido adiposo e a utiliza de forma gradual. Esse nutriente protege as células, apoia o sistema imunológico e contribui para a saúde da pele, da visão e do coração.

Entre as vitaminas com ação antioxidante, a vitamina E se destaca por atuar diretamente nas membranas celulares. Dessa forma, ela ajuda a manter a integridade das células. Além disso, essa vitamina costuma atuar em conjunto com outros nutrientes, como a vitamina C e o selênio. Esse trabalho combinado reforça a importância de uma alimentação variada e equilibrada. A seguir, você confere os principais efeitos dessa vitamina e onde encontrá-la na alimentação diária.


Vitamina E: para que serve no organismo?

A principal função da vitamina E se relaciona com sua ação antioxidante. Esse nutriente ajuda a neutralizar radicais livres, moléculas instáveis que danificam estruturas celulares. Dessa forma, ele protege lipídios, proteínas e até o DNA. Esse mecanismo reduz o estresse oxidativo, processo associado ao envelhecimento celular e ao surgimento de diversas doenças crônicas ao longo da vida.


No sistema imunológico, a vitamina E protege as células de defesa e contribui para uma resposta imune mais eficiente. Em indivíduos com ingestão adequada, os linfócitos e outros componentes de defesa funcionam melhor. Além disso, esse nutriente modula processos inflamatórios, o que influencia diretamente na manutenção da saúde em geral.

Em relação à saúde da pele, a vitamina E ajuda a manter a barreira cutânea. Assim, ela preserva a hidratação e a elasticidade. Seu efeito antioxidante também protege contra danos provocados por radiação ultravioleta e poluição, embora não substitua o uso de protetor solar. Já na visão, a vitamina E ajuda a conservar as estruturas oculares e protege a retina. Essa região, sensível à luz e rica em lipídios, sofre grande impacto do estresse oxidativo.


No sistema cardiovascular, a vitamina E protege as partículas de LDL-colesterol contra oxidação. Esse processo participa da formação de placas de gordura nas artérias. Ao atuar nesse passo, esse nutriente colabora para a manutenção da saúde dos vasos sanguíneos. No entanto, ele oferece mais benefícios quando você o insere em um padrão alimentar saudável, com controle de gorduras saturadas, prática regular de atividade física e ausência de tabagismo.

Vitamina E Giro 10

Quais alimentos são mais ricos em vitamina E?


A vitamina E se concentra principalmente em oleaginosas, sementes e óleos vegetais, mas também aparece em alguns vegetais e frutas. A seguir, você vê os grupos de alimentos mais importantes para garantir uma boa ingestão desse nutriente ao longo do dia.

  • Oleaginosas: amêndoas, castanha-do-pará, castanha-de-caju, pistache, nozes e avelã fornecem boas quantidades de vitamina E. Além desse nutriente, elas também oferecem gorduras insaturadas e fibras.
  • Sementes: sementes de girassol, gergelim, abóbora e linhaça contêm boas quantidades de vitamina E, sobretudo quando você as consome inteiras ou levemente trituradas.
  • Óleos vegetais: óleo de girassol, óleo de gérmen de trigo, óleo de soja, óleo de milho, óleo de canola e azeite de oliva fornecem vitamina E em diferentes concentrações. Como esses óleos concentram muitas calorias, você geralmente os usa em pequenas porções.
  • Vegetais: vegetais verde-escuros, como espinafre, couve, brócolis e folhas de mostarda, fornecem vitamina E em quantidades moderadas. Quando você consome esses vegetais com alguma fonte de gordura, a absorção da vitamina aumenta.
  • Frutas: abacate, manga, kiwi e mamão apresentam teores relevantes desse nutriente. Além disso, essas frutas também oferecem outras vitaminas, minerais e fibras.

Na rotina alimentar, a combinação desses alimentos ao longo do dia geralmente garante a ingestão adequada de vitamina E em adultos saudáveis. Em muitos casos, a soma de porções de oleaginosas, o uso moderado de óleos vegetais em preparações e o consumo de verduras e frutas variadas já atende às recomendações diárias.

Como incluir vitamina E no dia a dia?

Você pode aumentar a ingestão de vitamina E ao distribuir as fontes ao longo das refeições. Pequenas adaptações na rotina já fazem diferença. Por exemplo, uma porção de castanhas em lanches, o uso de azeite de oliva em saladas, a inclusão de abacate no café da manhã ou no jantar e a presença mais frequente de vegetais verde-escuros no almoço e no jantar contribuem bastante.

  1. Adicionar 1 punhado pequeno de oleaginosas, como amêndoas ou castanha-de-caju, em lanches intermediários.
  2. Usar azeite de oliva ou óleo de girassol em saladas e preparações frias, sempre dentro da quantidade indicada para o plano alimentar individual.
  3. Incluir vegetais verde-escuros refogados com um fio de óleo vegetal ou azeite, o que favorece a absorção da vitamina E.
  4. Consumir frutas ricas em gordura boa, como o abacate, em combinações com outras frutas ou em preparações salgadas.
  5. Variar as fontes de óleo em casa, alternando azeite, óleo de girassol e outros óleos vegetais ricos em vitamina E.

Você pode adaptar essas estratégias conforme preferências pessoais, condições de saúde e orientação profissional. Em alguns casos específicos, como em pessoas com dificuldade de absorver gorduras ou com necessidades aumentadas, um profissional de saúde avalia o uso de suplementos. Nesses casos, a orientação individual evita excessos e reduz riscos.

Deficiência e excesso de vitamina E: o que saber?

deficiência de vitamina E aparece com pouca frequência em pessoas com alimentação variada. No entanto, esse problema pode surgir em situações de má absorção de gorduras, como em algumas doenças intestinais, hepáticas ou pancreáticas. Quando você desenvolve essa deficiência, o corpo pode apresentar fraqueza muscular, alterações neurológicas e maior suscetibilidade a infecções. Nesses casos, você precisa de avaliação médica e nutricional especializada.

Por outro lado, o excesso de vitamina E geralmente se relaciona ao uso de suplementos em doses muito altas e não ao consumo de alimentos. Em quantidades elevadas, essa vitamina interfere na coagulação sanguínea. Dessa forma, ela aumenta o risco de sangramentos, especialmente em pessoas que utilizam medicamentos anticoagulantes. Portanto, você deve usar suplementação isolada, principalmente em doses acima das recomendadas, apenas com orientação de profissional habilitado.

De maneira geral, você mantém uma boa ingestão de vitamina E ao adotar uma alimentação equilibrada. Para isso, inclua com regularidade oleaginosas, sementes, óleos vegetais em quantidades moderadas, vegetais e frutas variadas. Assim, você reduz o risco de deficiência e evita o consumo exagerado por fontes artificiais.

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